Sábado, 14 de Junho de 2014
3 - COMO O TEMPO PASSA

É verdade!

Sem que eu desse por isso, até parece, já passaram 7 anos...

Não podereis avaliar o muito que tenho feito, e o tempo não pode dar para tudo.

Mas, se já aqui tem aparecido desde 2007, felecito a sua existência e se não atngiu já os 94 desejo-lhe que ainda os consiga completar e mais que sejam.

Até que me seja possivel, estou à espera da renovação da minha carta de condução, ainda irei fazer umas visitas aos amigos que tenho por este mundo.

Mas, fiquem sabendo que nestes útimos invernos tenho sentido a necessidade de ter mais cuidados.

A todos deseja Boa saúde e longa vida.

João Cãndido

 



publicado por Clube bolsadoslotos às 12:28
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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2007
2 - A NOSSA VISTA

 Se alguém existia no momento em que tudo começou a existir e se foi reproduzindo, transformando, evoluindo, extinguindo e produzindo até hoje, como deveis saber, de certeza absoluta, eu não estava cá dentro desta esfera, deste espaço visível, nem mesmo noutro que possa haver.

Tenho lido e ouvido dizer, se bem entendi, que, no principio criou Deus os céus e a Terra. E, logo me assombra o desejo de saber quem teria sido esse Deus, que dizem ser o único. E, mais, o desejo de saber onde estará Ele, para ter a certeza de que existe ou de que apenas existiu, para tudo criar durante esse principio e nos dias da criação na Terra. Mas se compreendo as dúvidas de quem não acredita que Ele exista, por não o ver, não o ouvir, não o poder apalpar ou usar de qualquer modo de poder obter a certeza de que qualquer coisa existe, custa-me a crer que não tenha existido. Mas, se verdade houver que nos garanta que não existe, não tenho dúvida de que nos deixou, o que o representará: a Natureza. Natureza que constituirá as Leis sagradas que regulam a exitência de tudo o que existe, que o homem tenta descobrir, para seu bem ou para seu mal.

Fico então pensando que não estou cá por acaso, só por que já não tenho a felicidade de ver, de abraçar, de beijar, de amar os meus saudosos pais. Mas sei e sinto que eles existiram. E, quem mo poderá negar só por eu não os poder apresentar em carne e osso? Mas sei que me fizeram, que me criaram, etc. etc. e sei onde estão e o que me deixaram..  

E, é nesse desejo instintivo que todos mais ou menos nos envolvemos, para o bem ou para o mal. Dizem-me até que Ele fez sentir isso quando apontou a árvore do bem e do mal. 

O relato inicial na Biblia, parece-me divinamente ordenado e explicado tanto quanto o poderia ser simplesmente explicado.

Mas, para encurtar viagem procuremos saber para que nos serve a vista. Claro, simplesmente se poderá dizer que é para vermos. Pois, isso mesmo, para vermos. E o que é isto de vermos? Ela dá-nos a faculdade de sabermos o que nos rodeia, a distância de nós e a distância que cada coisa está entre si, das cores, do tamanho e de compararmos tudo o que nos é possível ver, parado ou em movimento, a ponto de termos dúvidas de que algo possa estar parado ou de termos a certeza de que tudo se move e só está parado quando se move como o que se estiver movendo. Os objectos vão-se reduzindo, com o aumento da distância,  a  pontos luminosos parecendo que, atingida certa distância, estarão todos à mesma distância. Cria-se assim a ideia de que tudo se encontra a rodear-nos, mas que outros mais distantes se projectam  num tecto interior de uma esfera tão grande que será dificil de imaginar, enquanto que só dois astros, o maior e o menor, o Sol e a Lua, nos parecem discos quase do mesmo diâmetro, um pouco para cá desse tecto.

Ao mesmo tempo, temos a ilusão de que também haverá algo, para lá daquilo que nos parece ser a superfície interior da Esfera Celeste, que se juntará à distância do que de tudo o mais.

Será a isso que vemos ou julgamos ver envolvido por essa Esfera que se poderá chamará o Universo visível, tal como o vemos, mas que sabemos que pode não ser e não será, muito bem assim como o estamos vendo. E, é à medida que formos tomando consciência desse facto, em qualquer coisa que vemos, ou julgamos ver, que nos irá dar que pensar para tentarmos descobrir como será na realidade, não só o que vemos, como o que será que poderá haver para além que vemos. Talvez daí se possa imaginar que este Universo visível seja a parte, dum Universo infinito, mais próxima de nós.

Estamos hoje, muito mais inclinados a admitir a existência de um Universo infinito, parecendo que os cientistas se apegam mais à teoria de Giordando Bruno. De qualquer modo, parece-me enevitável que teremos sempre e acima de tudo de ver e pensar tudo o que existe ou existirá dentro desta espeço que nos envolve e que parece ser limitado pela Esfera Celeste, aliás, em cuja superfície notamos imensos pontos de referência, quer fixos oor tempos que irão muito para além do tempo da nossa existência, quer por menores tempos que procuramos exactamente conhecer.  

  .

.

 

 

 

 

     



publicado por Clube bolsadoslotos às 18:03
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1 - PONTOS de VISTA

Caros leitores,

Primeiramente quero pedir-vos desculpa por este meu atrevimento, principalmente aos leitores cujo saber possa ser o de um dos maiores cientistas de qualquer ramo da Ciência..Como irão ter ocasião de verificar a minha cultura é mais do que modesta, pouco ampla,  e o meu saber, ainda é, o de um aprendiz desejoso de muito vir a aprender.

As minhas habilitações literárias pouco vão além de uma antiga instrução primária que, mesmo nos tempos em que não se podiam dar mais de três erros, no ditado ou na redacção, e, sendo mesmo filho de um artista carpinteiro, mesmo assim lá me privilegiaram com o diploma de  exame exarando um «aprovado com distinção» classificação que talvez não conseguisse nos tempos de hoje.  

Aqui e daqui quero ainda manifestar o meu elevado respeito pelo direito que todos têm por expressar os seus pensamentos, mas sem que isso me possa fazer sentir o dever de estar no todo ou em parte de acordo com as suas opiniões e sem querer obrigar seja quem for a ter as que eu tiver, na certeza porém de que. por mais que sejam, das duas uma, ou estarão todas erradas ou só uma poderá estar certa e admitindo que algumas possam estar mais ou menos próximas da Verdade que todos nós procuramos descobrir, em nada me sentirei superior. E, se um dia ainda o vier a ser, mesmo que seja «Um prémio Nobel», garanto que humildemente aceitarei ouvir todas as opiniões sejam elas de quem for e não guardarei egoisticamente o meu saber sempre que possa contribuir para aumentar o saber de outras pessoas.   

Por fim, quero pedir-vos desculpa por este, talvez, escusado introito, para não deixar de acabar como comecei.

Peço desculpa!

 



publicado por Clube bolsadoslotos às 17:19
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